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Deolane Bezerra foi levada para delegacia com suéter de R$ 5 mil

Influenciadora foi presa nesta quinta-feira (21) em operação da Polícia Civil com o Ministério Público de São Paulo
21 mai 2026 às 18:40
Por: Band
Foto: Redes sociais

Famosa por ostentar nas redes sociais marcas de luxo, nem mesmo na hora de ser presa Deolane Bezerra deixou de exibir peças caras do seu guarda-roupa. A influenciadora foi presa nesta quinta-feira (21) durante uma operação da Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público de São Paulo, contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC.


Nas imagens que mostram Deolane chegando à delegacia acompanhada por agentes, a influenciadora aparece usando um suéter azul em tricô, com decote careca, mangas longas e um ursinho da marca Ralph Lauren.


Em sites especializados, a peça é vendida por cerca de R$ 5,5 mil. Já no site oficial da marca, o suéter custa R$ 2.990, mas com impostos, taxas e encargos, o valor pode chegar a quase R$ 6 mil.


Deolane teve carros de luxo apreendidos

Na operação, Deolane Bezerra também teve quatro veículos apreendidos. Entre eles estão uma Range Rover Vogue cinza, de quase R$ 600 mil, um Cadillac Escalade, avaliado em R$ 2 milhões, um Jeep Commander Limited, de até R$ 240 mil, e um Mercedes-Benz AMG G 63, que pode custar até R$ 2,1 milhões.


Operação Vérnix

A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta quinta-feira (21), a operação Vérnix, contra lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa.

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Além de Deolane Bezerra, a operação cumpre mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, chefe do PCC, que já está preso, e contra o irmão dele, Alejandro Camacho, que cumpre pena no presídio federal em Brasília.


Segundo a corporação, a ação é resultado de uma investigação de alta complexidade que revelou uma engrenagem financeira milionária utilizada para ocultar, dissimular e reinserir na economia formal valores ligados à alta cúpula do PCC. A investigação começou em 2019, quando bilhetes e manuscritos foram apreendidos pela Polícia Penal na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista, em poder de dois sentenciados.

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