Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Brasil e mundo
Brasil

Após denúncias, Felca afirma ter ficado sem renda: 'Declinei todas as publicidades'

YouTuber explicou que denúncia de Adultização não foi boa para os negócios, apesar do impacto em políticas públicas
27 ago 2025 às 16:26
Por: Estadão Conteúdo e Band
Reprodução / Youtube

Felca revelou que teve o pior mês financeiro de sua carreira como influenciador digital depois das denúncias que fez no vídeo Adultização, publicado no início de agosto. Em entrevista a Pedro Bial, exibida no programa Conversa com Bial na madrugada desta quarta-feira, 27, ele explicou por que ficou sem dinheiro.


"Eu sou um influenciador. A maior parte da minha renda vem de publicidade. Nesse ínterim, nessas duas semanas, eu perdi, recusei ou declinei todas as publicidades que chegavam até mim. Então, neste mês, não tive qualquer tipo de renda. Para os negócios não foi bom", admitiu Felca sobre as consequências das denúncias que fez sobre abuso de crianças e adolescentes nas redes sociais.


'Um minuto de silêncio'

"Declinei todas as publicidades. Foi quase 'um minuto de silêncio'. Nesse momento, nós temos que falar sobre algo que é mais importante. Eu não quero chegar e aparecer falando 'compre tal coisa, faça tal coisa'. Pegaria mal, eu iria me descredibilizar e, nesse momento, eu estou fazendo algo que é mais importante do que eu e mais importante do que a minha renda", completou o influenciador.

Outras notícias

Cliente esfaqueia cabeleireiro em salão após reclamar de procedimento

Paraíba decreta calamidade pública após chuvas; 16 mil pessoas são afetadas

Quase mil médicos sofreram agressão no trabalho no RJ desde 2018


A atitude de Felca foi elogiada pelo apresentador. "É a diferença do que tem valor e do que tem preço, né? Isso não tem preço, tem valor", pontuou Bial.


'Era a própria família por trás'

Na mesma entrevista, Felca ainda mencionou o caso que mais o chocou ao longo da apuração para o vídeo Adultização, trabalho que levou mais de um ano.


Uma mãe que, segundo ele, "usava a imagem da filha menor para criar e comercializar conteúdo em plataformas privadas. Era a própria família por trás da sexualização da criança".


Monetização do vídeo será doada

O vídeo de Felca já atingiu 48 milhões de visualizações e, segundo contas feitas pela reportagem do Estadão, poderia render sozinho até meio milhão de reais ao influenciador.


Porém, Felca deixou claro no próprio vídeo que vai doar todo o dinheiro que receber do YouTube. A renda do vídeo será destinada a instituições que ajudam crianças vítimas de abuso. Entre as instituições indicadas pelo youtuber, estão Childhood, Instituto Liberta, Aldeias Infantis SOS Brasil, Eu Me Protejo e a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente.

Veja também

Relacionadas

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Adolescente invade escola e mata duas funcionárias a tiros no Acre

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Governo aumenta classificação indicativa do YouTube para 16 anos; entenda

Brasil e mundo

Homem é preso após violar túmulo e retirar crânio de caixão

Brasil e mundo

Explosão devastadora em fábrica de fogos mata 26 pessoas; mais de 500 socorristas no local

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Homem não consegue terminar programa e ameaça mulher em casa de massagem na Vila Casoni

Cidade
Cascavel e região

Câmeras flagram carros em alta velocidade minutos antes de acidente na Tancredo Neves; veja os vídeos

Cidade
Londrina e região

Pais são presos após bebê de 28 dias morrer com sinais de estupro em Cornélio Procópio

Cidade
Londrina e região

Recém-nascida morta com sinais de abuso segue no IML de Londrina sem liberação

Cidade
Londrina e região

Motorista morre após acidente com caminhão entre Londrina e Tamarana, na PR-445

Podcasts

Angélica Duarti Talks | EP 6 | Ciência e Estética do Sorriso | Angélica Venâncio

Falando de Gestão | EP 57 | Pós-Graduação e Ciência: O Futuro do Conhecimento | Dr. Clodomiro Bannwart

Podcast PodGuest | EP 24 - Espiritualidade e Energia: Conexão e Proteção | Márcia Bernardes e Everton Coutinho

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.