Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Brasil e mundo
Londrina e região

Dino rejeita apelo e barra prisão domiciliar para Deolane Bezerra

Ministro afirmou que o tipo de ação usado pela defesa (uma reclamação) não era o caminho correto para questionar a decisão da Justiça de São Paulo. Influenciadora foi presa em operação contra o PCC
24 mai 2026 às 11:11
Por: Portal Tarobá com Band
Foto: Redes sociais


O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou, na noite deste sábado (23), um pedido apresentado pela influenciadora e advogada Deolane Bezerra para derrubar a decisão que determinou sua prisão preventiva em uma investigação sobre lavagem de dinheiro e suposta ligação com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).


A defesa de Deolane acionou o STF alegando que ela é mãe de uma criança de 9 anos e, por isso, teria direito de cumprir prisão domiciliar. Os advogados citaram um entendimento anterior do Supremo que prevê tratamento diferenciado para mães de crianças pequenas em alguns casos.


Flávio Dino, porém, afirmou que o tipo de ação usado pela defesa (uma reclamação) não era o caminho correto para questionar a decisão da Justiça de São Paulo. Segundo o ministro, os advogados deveriam apresentar recurso nas instâncias adequadas, e não usar uma reclamação constitucional diretamente no STF para tentar reverter a prisão.


Na decisão, Dino também afirma não ver ilegalidade evidente que justificasse conceder um habeas corpus por iniciativa própria. Com isso, manteve válida a ordem de prisão expedida pela 3ª Vara Criminal de Presidente Venceslau.


O caso faz parte de uma investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.

Outras notícias

Venezuela: terremoto deixa 920 mortos e dois brasileiros são vítimas

Avião bate em arranha-céu e deixa ao menos três mortos

Menina de 3 anos morre após grave infestação de piolhos; entenda


Conforme trechos reproduzidos pelo ministro, os investigadores afirmam que Deolane teria recebido dinheiro em operações descritas como “acertos” e “fechamentos” financeiros relacionados a uma empresa de transportes investigada.


A decisão cita relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e quebras de sigilo bancário que, segundo a investigação, mostrariam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda oficialmente declarada pela influenciadora. A polícia também aponta que empresas ligadas a ela teriam características frequentemente associadas a estruturas usadas para ocultar dinheiro.

Entre os pontos mencionados estão empresas registradas em imóveis residenciais simples do interior de São Paulo, sem indícios claros de funcionamento comercial no local. Os investigadores ainda afirmam que algumas dessas empresas compartilhariam endereços e contador com companhias ligadas a outros investigados no caso.


Outro ponto destacado pela investigação foi o padrão de vida ostentado por Deolane nas redes sociais. A decisão menciona viagens internacionais, carros de luxo, aeronaves e outros bens de alto valor. Para a polícia, esse patrimônio seria incompatível com os ganhos identificados oficialmente até o momento.


A Justiça paulista também considerou que haveria risco de fuga e possibilidade de continuidade das movimentações financeiras investigadas caso os suspeitos permanecessem soltos. A decisão reproduzida por Flávio Dino afirma que alguns investigados estariam fora do Brasil, incluindo Deolane, que estaria na Itália no momento em que a representação complementar da polícia foi apresentada.


O juiz responsável pelo caso em São Paulo entendeu que medidas alternativas, como tornozeleira eletrônica ou retenção de passaporte, não seriam suficientes diante do cenário investigado. A decisão ainda afirma que a suposta estrutura financeira atribuída ao grupo teria capacidade de continuar operando mesmo com alguns integrantes presos.


Ao negar o pedido, Flávio Dino também ressaltou que o próprio entendimento anterior do STF citado pela defesa já previa que eventuais descumprimentos deveriam ser contestados por meio de recursos comuns, e não por reclamação direta à Corte.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Burro de 'Shrek' ganhará filme próprio em 2028; saiba tudo

Brasil e mundo
Imagem de destaque

Homem é preso após confessar plano contra filho a uma IA

Brasil e mundo

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 7 milhões

Brasil e mundo

Polícia fecha fábrica que reembalava whey e leite em pó vencidos

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Inmet põe Londrina e mais 288 cidades em alerta de tempestades

Brasil Urgente
Londrina e região

Oficina mecânica é furtada pela 4ª vez no ano em Londrina

Cidade
Londrina e região

Ônibus desgovernado bate em muro e gera pânico na Zona Leste

Brasil Urgente
Londrina e região

Guarda Municipal fecha bingo clandestino no centro de Londrina

Cidade
Londrina e região

Vítima é achada com pés amarrados após execução em Paiquerê

Podcasts

Tá no Pod Shopping JL | EP 4 | Tá No Pod: Inovação em Cascavel | Maikon Bruno

Sem Cerimônia | EP 8 | Planejamento Sucessório | Juliana Tavares, Elizângela Ribeiro e Charles Ribeiro

Tá no Pod Shopping JL | EP 3 | Bastidores da Gastronomia de Eventos | Cezar de Oliveira e Léia Aparecida

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.