Uma residência localizada no Residencial Sumatra, em Apucarana, foi alvo de um incêndio criminoso na noite desta quinta-feira (11). O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros após um grupo de pessoas tentar agredir um homem que estava no imóvel.
Segundo as informações apuradas no local, ao perceber a aproximação dos agressores, o morador se trancou dentro da residência para evitar o ataque. Em seguida, os suspeitos teriam ateado fogo no imóvel.
A Polícia Militar foi a primeira equipe a chegar ao endereço. Os agentes entraram na casa, localizaram o morador escondido e iniciaram o combate às chamas, conseguindo impedir que o incêndio se espalhasse para outros cômodos.
De acordo com o Sargento Maicon, a motivação da revolta ainda está sendo apurada.
“Segundo o mesmo, pessoas do bairro vieram até a residência para tirar satisfação de alguma situação que aconteceu. Ainda não levantamos ao certo essa informação. No intuito de agredi-lo, como ele se escondeu, as pessoas atearam fogo na residência”, explicou.
Na sequência, o Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar o trabalho de rescaldo e garantir a eliminação dos focos remanescentes.
Segundo o Sargento Romão, quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava praticamente controlado pela Polícia Militar.
“Chegando aqui no local, a PM já estava presente e havia iniciado o combate. Restava apenas um foco de fogo em cima do guarda-roupa. Foi controlado e o incêndio ficou restrito ao quarto da residência”, afirmou.
Apesar da gravidade da situação, ninguém ficou ferido. Os danos ficaram concentrados em uma cama e parte de um guarda-roupa.
A Polícia Militar informou ainda que o pai do morador já havia sido encaminhado para atendimento médico em uma UPA antes da conclusão da ocorrência.
O número de pessoas envolvidas no ataque ainda não foi confirmado. Segundo a polícia, a vítima estava bastante abalada emocionalmente e não conseguiu fornecer detalhes sobre os suspeitos.
O caso segue sob investigação para esclarecer a motivação do ataque e identificar os responsáveis pelo incêndio criminoso.