O complexo entroncamento viário que une as ruas Humaitá, Carlos Capelari e Pedro Marcos Prado, localizado na Zona Oeste de Londrina, vem gerando extrema preocupação em condutores devido às graves dificuldades de trafegabilidade. Nos períodos de maior fluxo, realizar conversões simples ou cruzar as pistas tem se tornado uma tarefa complexa e arriscada, resultando na formação de longas filas e no represamento de veículos por vários minutos.
A Rua Humaitá atua hoje como um dos principais eixos de conexão viária entre os bairros da região oeste e a área central do município. Por conta disso, a via registra um tráfego pesado, intenso e contínuo ao longo de todo o dia, atraindo motoristas que buscam escapar de outros congestionamentos.
Colisão recente evidencia o perigo
A demanda comunitária por intervenções urgentes na organização do trânsito local intensificou-se após o registro de uma colisão recente envolvendo um automóvel e uma motocicleta. Na ocasião, um motociclista de 24 anos trafegava pela Rua Humaitá quando colidiu violentamente contra a lateral de um veículo, guiado por uma condutora de 59 anos. O forte impacto deixou ambos feridos e gerou grande bloqueio no perímetro.
Moradores cobram dispositivos de segurança
Diante do risco latente de novas e mais graves ocorrências, motoristas, comerciantes e moradores que utilizam o trecho diariamente cobram uma postura enérgica da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
A vizinhança exige a imediata implantação de melhorias na sinalização vertical e horizontal, além do estudo para a instalação de dispositivos modernos de engenharia de tráfego — como rotatórias, semáforos ou redutores de velocidade —, capazes de ordenar o fluxo de veículos e garantir a segurança de pedestres e condutores nos horários de pico.