O Hemocentro de Londrina faz um apelo urgente à população da cidade e região. Com a chegada do inverno e do período de férias escolares, a frequência de doadores cai significativamente, enquanto a demanda hospitalar permanece alta. Neste momento, a situação mais crítica é a do sangue tipo A negativo (A-).
Além do tipo A-, a instituição reforça a necessidade de doações dos tipos O negativo (O-) — considerado o doador universal, fundamental para emergências — e O positivo (O+), o tipo sanguíneo mais comum na população.
Rede de atendimento e importância da doação
A unidade, localizada na zona leste de Londrina, é responsável por abastecer os hospitais públicos de mais de 20 municípios do Norte do Paraná. O coordenador do Hemocentro, Fausto Trigo, alerta que o ato solidário é indispensável para a manutenção dos atendimentos de urgência, cirurgias e tratamentos contínuos.
"Cada bolsa coletada tem um impacto direto e pode salvar até quatro vidas. Por isso, pedimos que a comunidade nos ajude a manter o estoque em níveis seguros", reforça Fausto Trigo.
Apesar do foco nos tipos mais em falta, todas as tipagens sanguíneas são bem-vindas. Doadores como o assessor de backbone Marcelo Agostini Júnior, que possui sangue tipo A positivo (A+), aproveitam a rotina para colaborar.
"Aproveitei um intervalo nos meus compromissos para fazer a minha parte. É um processo rápido e que faz toda a diferença", destacou Marcelo.
Quem pode doar e como ajudar
Para realizar a doação de sangue no Hemocentro de Londrina, é preciso atender aos seguintes requisitos básicos:
Idade: Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos precisam de autorização dos responsáveis);
Peso: Pesar no mínimo 50 kg;
Saúde: Estar em bom estado geral de saúde, bem alimentado e munido de um documento oficial com foto.
A orientação do órgão é que os voluntários procurem o Hemocentro ou as unidades de coleta parceiras para reforçar os estoques e garantir o atendimento nos hospitais regionais.