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Suspeito de matar e decapitar homem em Cascavel deixa a prisão

16 jun 2026 às 12:42

O homem preso em flagrante pelo assassinato de Daniel Santana, no primeiro dia de 2026, em Cascavel, deixou a prisão após obter liberdade provisória por decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


O acusado era apontado como responsável pelo primeiro homicídio registrado na cidade neste ano. O caso ganhou grande repercussão devido à violência empregada no crime, que ocorreu em 1º de janeiro, na região Sul do município.


Com a decisão, o investigado passa a responder ao processo em liberdade, mas deverá cumprir uma série de medidas cautelares determinadas pela Justiça, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.


A concessão da liberdade provisória provocou repercussão entre autoridades e moradores da cidade. O Ministério Público do Paraná se manifestou contrariamente à soltura e defendeu a manutenção da prisão preventiva, argumentando que os elementos reunidos durante a investigação justificariam a continuidade da custódia do acusado.


Apesar do posicionamento contrário, o órgão ressaltou que respeita a decisão judicial e acompanhará o andamento do processo.


Por outro lado, a defesa do investigado sustenta que ocorreram falhas processuais durante a tramitação do caso. Segundo os advogados, o acusado não teria contado com defesa efetiva em etapas importantes da instrução processual, argumento que embasou os recursos apresentados à Justiça.


O crime ocorreu na madrugada de 1º de janeiro e causou forte comoção em Cascavel. Conforme as investigações da Delegacia de Homicídios, Daniel Santana foi morto após ser atingido por golpes de faca. Após o homicídio, o corpo da vítima foi decapitado.


Durante a apuração do caso, a Polícia Civil concluiu que Daniel teria sido assassinado por engano. A motivação e as circunstâncias do crime foram detalhadas no inquérito encaminhado ao Poder Judiciário.


O mérito dos recursos apresentados pela defesa ainda será analisado pelas instâncias judiciais competentes. Até que haja uma decisão definitiva, o acusado seguirá respondendo ao processo em liberdade, sob monitoramento eletrônico e demais condições impostas pela Justiça.

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