A combinação entre frio, chuva e alta umidade tem provocado transtornos para moradores do Oeste do Paraná. Em diversas casas, o excesso de umidade tem deixado paredes escorrendo, pisos constantemente molhados e dificultado até tarefas simples, como secar roupas.
A moradora Kathia conta que perdeu as contas de quantas vezes precisou passar pano no chão nos últimos dias. Apesar da limpeza frequente, a umidade faz com que o piso permaneça molhado, dando a impressão de que a casa acabou de ser lavada.
A rotina tem se repetido diariamente. Boa parte do tempo livre é dedicada à limpeza da residência, em um esforço constante para retirar a água que se acumula por causa da umidade. Mesmo após secar o piso, o problema reaparece pouco tempo depois.
Na casa de dona Neuza, a situação é semelhante. Ela relata que esperava a chegada do sol para ajudar a secar o ambiente, mas as nuvens e a chuva persistente impediram que isso acontecesse. O resultado é um piso que permanece úmido, mesmo após diversas tentativas de secagem.
Além da limpeza da casa, a umidade também afeta outra tarefa doméstica: lavar roupas. Embora a máquina faça seu trabalho normalmente, as peças demoram muito mais para secar, obrigando muitas famílias a manterem roupas espalhadas pela casa ou penduradas por vários dias.
Especialistas orientam que, sempre que possível, os moradores aproveitem os períodos de sol para abrir portas e janelas, favorecendo a circulação do ar. O uso de ventiladores e desumidificadores também pode ajudar a reduzir os efeitos da umidade dentro das residências, diminuindo a proliferação de mofo e preservando móveis e paredes.