Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Paraná
Londrina e região

Estudo com polilaminina avança e já é testado em paciente de Londrina

Medicamento ainda não é aprovado e só pode ser acessado por via judicial
24 fev 2026 às 18:50
Por: Portal Tarobá

Uma paciente de Londrina tornou-se a 16ª pessoa no Brasil a receber a aplicação de polilaminina, uma proteína experimental estudada para o tratamento de lesões na medula espinhal. A pedagoga Mirian Magro, de 53 anos, que ficou tetraplégica após uma queda doméstica, é acompanhada por neurologistas do Hospital Evangélico de Londrina. Segundo a equipe médica, a paciente apresentou ganho de sensibilidade em áreas abaixo da lesão durante as sessões de fisioterapia, embora ainda não existam respostas motoras registradas.


A substância é derivada da laminina, proteína extraída da placenta e modificada em laboratório para estimular a regeneração dos axônios, estruturas dos neurônios responsáveis pela transmissão de impulsos nervosos. O medicamento atua na tentativa de reconectar a área lesionada. Os testes em humanos começaram em janeiro e estão na fase 1, etapa destinada a avaliar a segurança da medicação.

 Anteriormente, a substância apresentou resultados positivos em experimentos realizados com ratos e cães.

O protocolo de aplicação exige que o medicamento seja administrado durante ou logo após a cirurgia de correção, preferencialmente em até 72 horas após o traumatismo raquimedular. Por estar em fase de estudos, a polilaminina não possui registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e não está disponível para comercialização. O acesso ao tratamento ocorre atualmente apenas por via judicial, e o Laboratório Cristália, responsável pelo desenvolvimento, fornece o composto gratuitamente para pesquisa.


A fase atual da pesquisa é restrita a pacientes com lesões recentes, excluindo aqueles com quadros crônicos. A expectativa dos pesquisadores e do laboratório é que, caso todas as etapas clínicas sejam concluídas com sucesso, o medicamento possa ser liberado para a população a partir de 2028. O procedimento de aplicação é considerado simples, mas a eficácia plena e a segurança a longo prazo ainda dependem da conclusão das próximas fases do estudo científico.

Veja também

Relacionadas

Paraná
Imagem de destaque

Menos casacos e mais guarda-chuvas; como será o inverno 2026?

Paraná
Imagem de destaque

Advogado é preso no Paraná suspeito de aplicar golpes de R$ 713 mil

Paraná

Bebê que aspirou grão de feijão recebe alta após 19 dias na UTI no Paraná

Paraná

MPPR obtém liminar contra Copel por quedas de energia

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Foragido por estupro de vulnerável morre em confronto com o Choque

Cidade
Londrina e região

Mulher atropelada por ônibus em Londrina recebe alta sem fraturas

Cidade
Londrina e região

Palmeiras desembarca em Londrina e mobiliza torcedores

Cidade
Londrina e região

Bombeiros arrombam porta e encontram idoso morto na zona leste

Política
Brasil

Governo e Câmara fecham acordo para fim da escala 6x1

Podcasts

Café com Edu Granado | EP 78 | Escola de Bombeiros | 1°Ten. Amaral, 2°Sgt. Vasconcelos, Cb. Orlandini

Falando de Gestão | EP 58 | Londrina: Raízes e Evolução | Dr. José Luis Pascual Filho

Café com Edu Granado | EP 77 | Gestão, Inovação e Conexão na Areia | Thiago Leme

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.