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Eduardo Bolsonaro critica senadores por rejeição da PEC da Blindagem: ‘Serviçais’

Deputado, que está nos Estados Unidos, afirmou que a proposta tentava criar um mecanismo de proteção contra o ‘regime de exceção implementado por um Judiciário corrupto e aparelhado’
25 set 2025 às 10:06
Por: Band
Lula Marques/ Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes sociais, na noite desta quarta-feira (24), para criticar os senadores que rejeitaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 


Segundo o parlamentar, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, os senadores que rejeitaram a proposta são “serviçais”. 


“Os senadores e governadores que impediram a criação das garantias mínimas contra o regime de exceção são serviçais complacentes dos tiranos. Vocês é que estão desconectados com o povo, emprenhados por narrativa da Globo e impressionados com artista fazendo micareta na rua. Vocês são reféns de desinformação e engodo”, escreveu Eduardo na plataforma X, antigo Twitter. 

“Optaram em manter os poderes ilimitados da burocracia não eleita, por puro medo politiqueiro”, acrescentou. 

Para o parlamentar, a PEC tentava criar “mecanismo de proteção contra o regime de exceção implementado por um Judiciário corrupto e aparelhado”. “Blindagem já existe, para os corruptos comparsas e cúmplices dos agentes do regime que estão no Judiciário”, declarou. 

“Nesse país, só vai para cadeia parlamentar que ousa pensar diferente dos dogmas da extrema-esquerda no poder. Parlamentar corrupto goza de todas as blindagens que seus comparsas no poder permitem”, finalizou. 

Arquivamento da PEC da Blindagem
Após a rejeição na CCJ do Senado, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), arquivou a proposta que determinava que deputados e senadores só poderiam ser processados após autorização prévia da Câmara ou do Senado.

O arquivamento ocorre após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter rejeitado, por unanimidade, o texto.

Como a comissão considerou o texto inconstitucional, Alcolumbre afirmou que a proposta não deve ser votada pelo plenário e determinou o arquivamento definitivo. "Esta presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento sem deliberação de Plenário", disse Alcolumbre.

Ele ainda elogiou a atuação do presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), e do relator da proposta, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

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