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Lula deve trocar o comando de ao menos seis ministérios, dizem fontes do governo

05 fev 2025 às 08:37
Por: Agência Brasil
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O andamento das votações importantes, no Congresso, depende da reforma ministerial que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer em março. Segundo fontes do governo, no mínimo, seis ministérios devem ter os comandos trocados.


    Uma vaga que os partidos de centro estavam de olho e não estará mais disponível é a de José Múcio, na Defesa. Ele chegou a dizer a Lula, pelo menos três vezes, que queria deixar o posto. O presidente, porém, acredita que o ministro conseguiu pacificar a relação com os militares. Com isso, foi convencido a ficar até o fim do ano.


    A troca de Nísia Trindade por Alexandre Padilha (PT), na Saúde, abriria espaço para o centrão indicar alguém para a Articulação Política do governo. MDB, PSD e Republicanos brigam pela vaga, mas há negociações para que o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), vá para a Secretaria de Relações Institucionais.


    Votações no Congresso

    Foram votadas pelos parlamentares, nesta terça-feira (4), três propostas consideradas “consensuais”: uma medida provisória de auxílio ao Rio Grande do Sul, de R$ 1,5 bilhão, um crédito extraordinário de R$ 5 bilhões para ministérios atenderem áreas sociais e um projeto de lei que institui uma Política Nacional de Diagnóstico de HPV.

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    Um dos temas mais polêmicos é a liberação das emendas parlamentares. Hoje, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 27 uma audiência de conciliação com o Executivo e o Congresso. Em entrevista exclusiva à Band, Motta falou sobre a transparência na distribuição das emendas.


    “Entendo que, na hora em que o ministro Flávio Dino convida para uma reunião, para uma conciliação, o intuito, também, me parece que é solucionar esse assunto. Podemos conseguir entender um modelo que traga mais transparência, mais rastreabilidade e que possamos, de uma vez por todas, virar essa página para que nos dediquemos a uma agenda que venha produzir positivamente em favor do país”, disse o deputado.

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