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Furto de ossadas em Miraselva segue sem solução após três meses

16 jul 2026 às 12:26

O chocante caso de furto de restos mortais ocorrido no cemitério municipal de Miraselva completou um meses sem que a Polícia Civil apresentasse atualizações oficiais sobre o andamento das investigações. O crime, que aterrorizou a população local, foi registrado por câmeras de segurança instaladas no próprio cemitério, que flagraram um grupo invadindo o espaço e violando as sepulturas.


De acordo com o vice-prefeito do município, Junior Teixeira, a administração municipal ainda não recebeu informações formais sobre o andamento do caso. Informações extraoficiais apontam que as autoridades policiais aguardam a liberação de um despacho judicial para prosseguir com as diligências. Durante os trabalhos de campo, os investigadores retornaram ao cemitério e realizaram a exumação de um corpo recente na tentativa de localizar vestígios deixados pelos criminosos.


Hipóteses e linhas de investigação

O crime aconteceu no dia 3 de abril, véspera da Sexta-Feira Santa, detalhe que levantou suspeitas sobre a relação do roubo de pelo menos oito ossadas com a prática de rituais de magia negra ou atuação de alguma seita. Outra hipótese levantada preliminarmente foi a de que os ossos humanos seriam destinados à fabricação de entorpecentes. No entanto, nenhuma das teorias foi oficialmente confirmada até o momento.


As imagens de monitoramento identificaram o carro utilizado na fuga do grupo, e a suspeita é que os autores sejam de fora de Miraselva, já que a prefeitura não tem conhecimento de seitas locais com esse perfil. 


Apesar do silêncio sobre os avanços, o vice-prefeito ressaltou que a Polícia Civil dispõe de dados suficientes em mãos para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação por trás do ato de vandalismo e violação de cadáveres.

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