Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Agro
Brasil

Fatores que elevam natimortalidade em leitões

14 jun 2025 às 11:57
Por: AGROLINK
Foto: Jonathan Campos/AEN

Suinocultores devem redobrar a atenção aos fatores de risco não infecciosos que influenciam diretamente a taxa de natimortalidade em leitões, alerta a médica-veterinária Laura dos Santos, da Auster Nutrição Animal. Segundo o Relatório Agriness 2024, a média brasileira de leitões desmamados por fêmea ao ano subiu para 29,99, um avanço de 1,08 em relação a 2020. No entanto, o percentual de natimortos e mortos ao nascer ainda varia entre 5,19% e 8,40% nas granjas.


“Nesse sentido, é necessário ter cautela no momento da indução ao parto, sendo imprescindível conhecer a média de duração da gestação das fêmeas do sistema, e dessa forma estabelecer um protocolo de indução ao parto seguro e eficaz”, assinala a especialista.


Fatores como duração inadequada da gestação, parto prolongado, jejum pré-parto longo e idade avançada das matrizes estão entre os principais vilões. Estudos mostram que fêmeas com gestação de 113 dias ou menos têm 2% mais natimortos, devido à imaturidade dos leitões. Além disso, partos iniciados mais de seis horas após a última refeição tendem a ser mais demorados, aumentando em até 1,76 vezes a taxa de natimortos.


Laura destaca que a supervisão ativa do parto e a capacitação da equipe são essenciais. O acompanhamento adequado permite intervenções pontuais, como aplicação de ocitocina ou palpação vaginal em casos de parto distócico, podendo reduzir em até 5% o número de leitegadas com natimortos.

“Estudos enfatizam que aumentar a supervisão do parto pode reduzir em até 5% o número de leitegadas com natimortos. Capacitar a equipe de parto é essencial para garantir intervenções rápidas diante intervalos anormais entre o nascimento dos leitões”.


A especialista reforça que, além das causas não infecciosas, também é necessário manter atualizado o calendário vacinal para doenças como parvovirose, leptospirose e erisipela. Identificar os riscos de cada plantel e adotar medidas preventivas são passos decisivos para melhorar a produtividade e o bem-estar animal.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Agro
Imagem de destaque

Colheita de café avança, mas chuvas mudam rumo dos preços

Agro
Imagem de destaque

Lula tenta reverter veto às exportações de carne brasileira

Campo Vivo

CAMPO VIVO - edição de 21-06-26.

Agro

Chuvas interrompem queda e preços do café arábica voltam a subir

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Fogo em restaurante mobiliza bombeiros no Centro de Londrina

Brasil Urgente
Londrina e região

Operação prende três pessoas em oficina por golpe do pneu no Centro

Cidade
Londrina e região

Queda de caminhão de prancha deixa um morto na PR-445

Cidade
Cascavel e região

Quadrilha explode bancos, rende policiais e bloqueia cidade durante mega-assalto no Paraguai

Cidade
Londrina e região

Presos por estelionato em loja de pneus respondem em liberdade

Podcasts

Podcast Pod Tah | EP 53 | Código Horse: Liderança e Conexão | Cassiana Pullin

Podcast Sem Cerimônia | EP 6 | As Regras da Justa Causa | Mayara Bispo

PodFala com a Tai | EP 17 | 17 anos de história, sucessos e pioneirismo no agro

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.