Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Política
Brasil

"Saúde e soberania não se negociam", diz Padilha após sanção dos EUA

Governo Trump revogou visto de secretário ligado ao Mais Médicos
14 ago 2025 às 08:17
Por: Agência Brasil
© Paulo Pinto/Agência Brasil

Após o governo dos Estados Unidos revogar os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu na noite desta quarta-feira (13) o programa.


Segundo o ministro, o Mais Médicos "sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja", assim como o Pix, sistema de pagamento brasileiro que também já foi alvo de críticas do governo de Donald Trump.


"O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman", disse em postagem nas redes sociais.


Mais cedo, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e seus familiares.


De acordo com comunicado, foram revogados os vistos de Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do ministério e atual coordenador-geral para COP30.

Outras notícias

Câmara discute proposta para permitir que jovens de 16 anos possam dirigir

‘Não se meta nas eleições do Brasil’, diz Lula em resposta a Donald Trump

Proposta que criminaliza misoginia avança na Câmara dos Deputados


A justificativa do governo de Donald Trump foi que eles desempenharam um papel na implementação do programa enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde do Brasil e que são cúmplices "com o trabalho forçado do governo cubano" por meio do programa.


Nas redes sociais, Padilha afirmou ainda que, nos últimos dois anos, o número de profissionais no programa dobrou.


"Temos muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde. Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro", acrescentou.


Criado em 2013, o Programa Mais Médicos atende regiões remotas, de difícil acesso, vulneráveis e com escassez desses profissionais. Na época, foram contratados médicos cubanos por meio de cooperação com a Opas, até 2018. Em 2023, o governo federal retomou o programa, rebatizado de Mais Médicos para o Brasil, com prioridade para profissionais brasileiros e abertura de vagas para outras áreas de saúde, como dentistas, enfermeiros e assistentes sociais.

Siga a Tarobá no Instagram

Veja também

Relacionadas

Política
Imagem de destaque

PGR se manifesta contra revisão da condenação de Bolsonaro

Economia
Imagem de destaque

No G7, Lula cobra empenho dos países ricos diante de desigualdades

Política

Quem é o sargento Estácio, pego em blitz com arma de Bolsonaro

Política

STF condena Eduardo Bolsonaro por coação e obstrução de Justiça

Mais Lidas

Brasil e mundo
Brasil

Após morte do marido em acidente, mulher é encontrada degolada dentro de residência

Cidade
Londrina e região

Presos por estelionato em loja de pneus respondem em liberdade

Cidade
Londrina e região

Transporte metropolitano tem operação mantida só até dia 30

Cidade
Londrina e região

Ladrões invadem casa e levam de eletrônicos a picanha

Cidade
Londrina e região

Batida entre ônibus e moto deixa jovem ferido na zona norte

Podcasts

Podcast Pod Tah | EP 53 | Código Horse: Liderança e Conexão | Cassiana Pullin

Podcast Sem Cerimônia | EP 6 | As Regras da Justa Causa | Mayara Bispo

PodFala com a Tai | EP 17 | 17 anos de história, sucessos e pioneirismo no agro

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.